Charlie Hebdo

Posted: January 7, 2015 in Uncategorized

  Charlie Hebdo é um jornal semanal satírico francês e talvez o jornal satírico mais conhecido no mundo.

  Ricamente ilustrado, Charlie Hebdo publica crónicas e relatórios sobre a política, a economia e a sociedade francesa mas também pratica ocasionalmente jornalismo investigativo com a publicação de reportagens sobre o estrangeiro ou em áreas como as seitas, a extrema-direita, o Catolicismo, o Islamismo, o Judaísmo, a política, a cultura, a comida de plástico etc.

De acordo com Charb, a redacção do jornal Charlie Hebdo “reflecte todos os componentes da esquerda plural, e mesmo os mais cépticos.

  Quatro dos principais nomes das HQs de humor francês, Wolinski, Cabu, Tignous e Charb foram confirmados entre os mortos no atentado de hoje. Wolinski tinha 80 anos e era considerado um mestre da charge,ele influenciou todo mundo que vocês conhecem: Ziraldo, Jaguar, Nani, Henfil, Fortuna”.

  Um dos cartonistas mortos publicou no seu twitter horas antes do atentado a mensagem “França segue sem atentados. Esperemos até fim de janeiro para dar feliz ano novo.” irónicamente não foi preciso..

Veja o video de como começou o atentado em Paris:

Uma tragédia anunciada

  Já por várias vezes o semanário satírico Charlie Hebdo publicou representações do profeta Maomé – algo levado muito a mal pelos seguidores de interpretações estritas do livro sagrado dos muçulmanos, o Corão. Este espírito de enfrentar tabus, correndo o risco de ser chamado explorador de escândalos, no mínimo, ou até racista, é a alma desta publicação alinhada à esquerda.

Teve uma primeira vida, de 1969 a 1981, mas ressuscitou em 1992, até ao presente, com edições semanais à quarta-feira. Mas foi a republicação dos cartoons de Maomé do jornal  dinamarquês Jyllands-Posten em 2006 que tornou o Charlie Hebdo internacionalmente famoso. Se normalmente vendia 100 mil exemplares, da edição de 9 de Fevereiro de 2006 vendeu 160 mil da primeira impressão, e mais 150 mil de uma nova impressão feita mais tarde. Foi processada por várias organizações religiosas islâmicas.

Não é só contra os integristas muçulmanos que o semanário Charlie Hebdo investe: opositores do casamento gay, judeus, Marine Le Pen, François Hollande, o Vaticano, todos já foram alvo dos seus desenhos satíricos e mordazes.

Nada de espantar, na verdade: o Charlie Hebdo insere-se na tradição das publicações satíricas. À direita existe, por exemplo, o semanário Minute, sem as caricaturas divertidas e que foi condenado recentemente a pagar uma multa de 10 mil euros por ter comparado a ministra da Justiça, Chiristiane Taubira, a um macaco.

Esta não é a primeira vez que a sede do Charlie Hebdo, no 20º arrondissement de Paris, é atacada. Em 2011, foi atacada à bomba, provavelmente devido à decisão de produzir uma edição especial com o título Charia Hebdo, em que o profeta Maomé seria colocado como o director do semanário. A capa do que seria esta edição especial já circulava na Internet há alguns dias antes do ataque.

Um grupo de rappers franceses produziu também uma canção em 2013, apelando a um “auto da fé contra os cães” do semanário satírico.

Fontes: Jornal Público, Wikipedia

As melhores armas de guerra

Posted: December 29, 2013 in Armas

M4-A3

Acima,uma carabina M4-A3 com o seu lança granadas M203. Também é muito comum o uso deste modelo pelas tropas em acção em combates urbanos no Iraque e Afeganistão.

Em 1985 o US Marine Corp. ou corpo de fuzileiros navais dos Estados Unidos encomendou uma versão do fuzil M16- A2 que fosse menor, e para isso o Colt Commando foi usado como base, embora seu cano devesse ser maior que a do Colt commando, tendo, assim o comprimento de 14 polegadas e meia. Essa nova versão se chama M4 e é extremamente comum nas forças americanas, em combate no Afeganistão e no Iraque. Embora o M4 seja chamado de carabina, ele, ainda possui a posição de tiro em rajada. Hoje a versão mais moderna em produção é a M4-A3, que possui seletor de tiro com rajadas curtas de 3 tiros, e alça de transporte removível.
A evolução do AR-15 nesses 44 anos de existência melhorou muito, a fiabilidade e eficiência desta arma, sendo que as novas versões são armas modulares com fácil montagem de acessórios e com boa precisão.

Ak-47

O fuzil AK-47 é uma das armas mais bem sucedidas e a de mais ampla utilização entre todos os tipos já produzidos de armas portáteis. Tanto ele como seu sucessor, o AKM, são utilizados em todo o mundo, por forças regulares e irregulares. Seu projeto é basicamente uma combinação de elementos já existentes em outros fuzis, principalmente o modelo alemão MP43/44 desenvolvido pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial, tendo sido aceito pelo Exército Vermelho em 1947, com cartuchos calibre 7,62 mm. Estava criado o famoso AK-47 (Automatov Kalashnikov) ainda hoje conhecido também pelo sobrenome de seu idealizador, Mikhail Kalashnikov. Precisão, segurança, facilidade de fabricação e manutenção, usinado em aço de alta qualidade com coronha e guarnição em madeira, além de grande resistência em combate, capaz de suportar as mais adversas condições de uso, tornaram-no o fuzil de assalto preferido de muitos exércitos e de guerrilheiros ao redor do mundo. Produzido em larga escala, inclusive sob licença em outros países onde surgiram diversas sub-variantes, estima-se que tenham sido fabricados mais de 40 milhões de exemplares. O AK-47 funciona a gás, sobre o cano traz um cilindro dotado de pistão, quando a bala é disparada uma pequena quantidade de gás do cartucho é automaticamente desviada por um orifício, forçando o pistão para trás. Em função disto, o cão da arma afasta-se da culatra, preparando-a para um novo tiro e o mesmo movimento ejeta o cartucho vazio. Acionada uma alavanca que possibilita ao soldado optar pelo tiro automático, o AK-47 permanecerá carregando, atirando, ejetando e recarregando sem parar, enquanto o dedo pressionar o gatilho. Idealizado para disparar 600 tiros por minuto, na prática alcança 90 tiros por minuto, pois seu carregador comporta 30 cartuchos.

Uma reformulação do projeto em 1959 levou ao surgimento do fuzil AKM, que externamente difere pouco de seu antecessor, mas traz modificações em seu mecanismo de funcionamento e utiliza materiais mais leves, tudo com o intuito de facilitar ainda mais a sua produção. A variante AKMS, com coronha dobrável, podendo ser equipada com visor infravermelho e lançador de granadas, foi adotada por unidades motorizadas e tropas aerotransportadas. Em 1978, baseado no êxito do fuzil M-16 americano, surgiu o AK-74, nova versão do AKM, de calibre 5,54 mm com carregador de plástico, uma arma mais leve, com menor repuxo, maior segurança e controle de tiro. Além disso, a velocidade do projétil, de 900 metros por segundo, lhe garante trajetória mais correta e maior força de impacto. O fuzil AK-47 e suas variações são fabricados em muitos países, como China, Polónia, Hungria, Coreia do Norte e Roménia, sem contar que serviu de base para projetos de outros fuzis muito semelhantes como o finlandês Valmet M62/M60 e o israelita Galil. Recentemente a Venezuela assinou um contrato de aquisição de 100.000 fuzis da versão AK-103, com possível instalação de uma fábrica da arma e de sua munição no país, gerando suspeitas de que futuramente esses fuzis possam ser vendidos aos diversos movimentos guerrilheiros do continente. Sua simplicidade de projeto e de manutenção, aliados à sua comprovada robustez e fiabilidade, tornaram o AK-47 o fuzil de assalto preferido de gerações de combatentes, garantindo sua utilização ainda por muitos anos.

M16-A4

Acima, podemos ver um M-16 A4 com o lança granadas M203. Notem a mudança no desenho da telha, para permitir a montagem de acessórios, além do lança granadas.

AR-15

Poucas armas foram tão expostas na comunicação social com a força que se viu com o nome AR-15. Muito se fala, sobre esta arma de “grande calibre”, Sobre que ela perfura qualquer blindagem, que ela destrói tudo que ela atinge… e outras imbecilidades. Na verdade todo esse folclore é fruto de uma cultura imposta nesse país de que um cara armado com um 38 ou uma pistola em calibre 380, é considerado uma pessoa bem armada. No mundo, existem países que são democráticos de verdade e onde o cidadão pode comprar o melhor instrumento para se defender e não são impostas limitações ingénuas e sem sentido, como a que limita os calibres em 38 ou 380. Nos Estados Unidos, por exemplo, o calibre 380, que no Brasil é a sensação das lojas de armas, é considerado o menor calibre que alguma pessoa pode usar com alguma eficiência, devido ao seu fraquíssimo poder deparada. Alguns ainda citam o adjetivo “anémico” quando se fala nessa munição.
Voltando ao assunto deste artigo, o clássico fuzil AR-15, que é uma das armas de fogo mais difundidas na história, estando em uso em quase todos os países do ocidente na forma de arma de uso policial, militar ou mesmo, em caças de pequenos animais roedores, ou pragas do campo, também conhecido com arma de “Varmint”, devido ao fato de munição 5,56mm ser um calibre pequeno, porém de altíssima potência, permite poucos danos na frágil estrutura do corpo desses pequenos animais. Havia, também, um conceito, de que, no campo de batalha, se matasse o soldado inimigo, ele seria deixado para trás. Seria um a menos. Porém, se você ferisse seu inimigo, você inutilizava 3 soldados, pois eles teriam que carregar seus feridos, e ainda usar uma infraestrutura para tratar desses feridos, causando um poderoso desgaste moral no inimigo. Encima desse conceito, que se decidiu pela diminuição do calibre para o 5,56 mm. Porém, não pensem que este cartucho não seja letal. Ele é com certeza, mas consideravelmente menos potente que o 7,62 mm, usado na M14 americano e, que ainda é usado pelas forças brasileiras na forma do conhecido FAL.

Submarino alemão Tipo XXI

U-Boot tipo XXI – foi um revolucionário submarino alemão da II Guerra Mundial.
No desenho de seu casco houve uma grande preocupação com a hidrodinâmica: todas as estruturas que pudessem causar algum arrasto ( como o canhão ) foram eliminadas. O resultado é que com este novo formato ele ganhou mais velocidade quando submerso.
Também oferecia melhores acomodações para seus ocupantes. Possuía frigorífico para conservação dos alimentos, chuveiro e lavatório. Assim uma tripulação que normalmente poderia ficar semanas no mar em missão de patrulha sem tomar banho ou mesmo barbear-se teria melhores condições de alojamento e trabalho.
Era equipado com sofisticados instrumentos electrónicos: radares, sonares passivos e detectores de ondas electromagnéticas.

Seu armamento incluía 23 torpedos ou 17 torpedos + 12 minas. Possuía seis tubos de lançamento localizados na proa. Era equipado com um sistema hidráulico de recarga que possibilitava lançar 18 torpedos em menos de 20 minutos.

Sua velocidade na máxima na superfície era 15,5 nós ( 29Km/h ), 17,5 nós submerso ( 32Km/h ) com alcance máximo de 15.500 milhas náuticas.

Garand

Fuzil semi-automatico criado em 1935 nos EUA, equipando toda a sua infantaria, a excepção de um homem em cada esquadra, que usava um fuzil especial para tiro de precisão. Desta forma, a infantaria americana foi a única totalmente equipada com uma arma semi-automática durante a guerra. O General Patton disse sobre a Garand: ela foi “a maior ferramenta de combate jamais desenhada”.

O M1 Garand foi endossado em 1932 pelo general Douglas MacArthur para se tornar o fuzil padrão do exército americano, e seu uso tornou-se oficial a partir de 1936. Quando os Estados unidos entraram em guerra em 1941, sua infantaria estava quase toda armada com este fuzil. Apenas algumas poucas unidades ainda utilizavam o Springfield M1903 e o Johnson M1941.

Desenhado por John Garand, o M1 era superior a qualquer outro fuzil da sua época. O Garand era um fuzil de carregamento automático bastante simples e robusto. Sua coronha de madeira vai até a metade do cano, e sua telha, que também é de madeira, reveste-o quase todo. O receptor é curto e a alça de mira monta sobre ele. A ação é simples, o ferrolho, curto, é travado por dois tarugos trancadores dianteiros, que giram e se prendem a reentrâncias existentes logo atrás da culatra. Todo a superfície da culatra e o sistema de trancamento podem ser limpos com facilidade, tornando esse sistema bastante confiável e resistente.
Sua tecnologia, inovadora na época, utilizava-se de um ferrolho rotativo, que permitia mais velocidade nos disparos. Sua alimentação era feita por um clip (limite de metal que comportava a munição) de oito cartuchos, sendo que era impossível a alimentação individual dos mesmos. A característica mais marcante no Garand era que, ao se esgotar o clip, este era ejetado pelo sistema de alimentação. Sua grande desvantagem é que era muito difícil recarregá-lo com o clip ainda carregado, o que forçava os seus usuários a atirar o clipeinteiro para que ele saltasse. O clip tinha ainda uma tendência de ficar preso na arma quando usado em ambientes húmidos (no Pacífico, por exemplo), pelo que foi desenvolvido um lubrificante especial para ser usado na arma a fim de reduzir os efeitos da humidade sobre o mecanismo da arma.
O Garand também contava com um lançador de granadas muito eficiente e fácil de usar. Era possível também o encaixe de uma baioneta ou também uma mira telescópica que ampliava 2,2 vezes. No começo de 1944 tentou-se criar uma versão totalmente automática do Garand para substituir os fuzis automáticos Browning M1918 (BAR), que envelheciam rapidamente. Esse modelo teve poucas unidades fabricadas e nenhum deles entrou em uso, pois todos sofriam dos mesmos defeitos comuns a uma arma do tamanho de um fuzil que tem de fazer as vezes de uma metralhadora leve.

Com mais de 5 000 000 de unidades fabricadas, o Garand foi utilizado em toda a Segunda Guerra Mundial e amplamente utilizado na Guerra da Coréia e nos primeiros conflitos na Guerra do Vietname. Hoje, faz enorme sucesso entre os civis americanos e colecionadores do mundo inteiro. Serviu de base para a criação do AR-14 e hoje sabe-se que o famoso projetista russo Mikhail Kalashnikov usou um Garand junto com uma StG44 como base para o projeto da sua arma, a venerável e muito conhecida AK-47.

Rifle Arisaka Modelo 38

Arisaka é uma família de fuzis japoneses produzidos entre 1898 e 1945. Os dois principais modelos foram o 38 e o 99.

O Arisaka modelo 38 foi fabricado a partir de 1905 até a década de 30. Foi empregado pelos japoneses na Primeira Guerra Mundial. Por seu cartucho de baixa potência, 6,5 x 50, foi substituído pelo modelo 99.

O Arisaka modelo 99 foi empregado na Segunda Guerra Mundial. Foi fabricado entre 1939 e 1945 nos arsenais de Tóquio e Nagoya. Utilizava o cartucho 7,7 x 58 mm. Foi a arma padrão da infantaria japonesa até a rendição para as forças aliadas.

Canhão ATF Modelo M1

O Canhão ATF Modelo M1 é um canhão antitanque de calibre 57mm. Foi fabricado nos EUA pela empresa ATF Inc em 1945. Adquirido pelo Exército Brasileiro, foi empregado pela infantaria da Força Expedicionária Brasileira na Campanha da Itália.
Após a guerra, foram transportados para o Brasil que ainda adquiriu outras unidades. Em 1968, foi substituído pelo canhão sem recuo 106mm M40A1.

Vickers Armstrong Modelo XIX (canhão)

O Canhão Vickers Armstrong Modelo XIX é um canhão para artilharia de costa calibre 152,4mm. Foi fabricado na Inglaterra pela empresa Vickers Armstrong em 1918. Foi comprado dos EUA pelo Exército Brasileiro em 1940.

Lanhcester (submetralhadora)

Lanchester foi uma submetralhadora produzida exclusivamente para a Marinha Real e jamais distribuída entre as forças terrestres, nem usada em ação em quantidades muito grandes.
Projetada por George Lanchester no começo de 1941, seu desenho era uma cópia fiel da MP28 alemã, diferindo em pequenos detalhes, como o encaixe da baioneta e a posição da alavanca seletora de fogo.
A Lanchester carregada pesava apenas 5,4 kg e era de fabricação bastante cara e demorada a coronha de madeira maciça, era feita de nogueira e guarnecida com uma placa de latão no coice da coronha. Mesmo na época da Segunda Guerra Mundial, sua aparência já era de peça de “antiguidade”, impressão que era acentuada pelo fato de o invólucro do carregador também ser de latão maciço.
Não obstante, a Lanchester serviu muito bem à sua finalidade e permaneceu em uso nos navios da marinha até meados dos anos 1960, quando acabou sendo substituída pela submetralhadora sterling.
Para as poucas ocasiões em que os marinheiros precisavam de armas portáteis, a Lanchester era adequada e bastante confiável.

Míssel AIM-120 AMRAAM – EUA

Desenvolvido na década de 80 e considerado o míssil atualmente em uso mais mortífero, o AIM-120 AMRAAM (Advanced Medium-Range Air-to-Air Missile, ou míssil ar-ar avançado de médio alcance) reúne as características do míssil ideal: veloz e manobrável como uma arma para o combate aéreo a curta distância e alcance e precisão de uma arma guiada por radar. Do tipo BVR (Beyond Visual Range ou além do alcance visual) permite ao piloto dispará-lo sem que o avião inimigo esteja em seu campo visual, guiando-se até o alvo por um sistema triplo: no momento de seu lançamento recebe ordens diretamente do computador do caça; durante a fase intermediária do vôo, passa para um sistema de navegação inercial, totalmente passivo e portanto imune às contramedidas; ao se aproximar do ponto previsto para a interceptação, aciona seu próprio radar ativo que o dirige ao objetivo. Uma vez na mira, uma espoleta de aproximação laser-radar explode a ogiva que espalha um círculo de fragmentos que atravessam o alvo. Sua propulsão é garantida por um motor foguete de propergol sólido que o acelera até Mach 4 e seu raio de ação é de 70 km contra aviões em ataque ou 10 km contra aviões em fuga. Apesar de seu alcance superior o AIM-120 é consideravelmente menor e quase 30% mais leve que seu antecessor, permitindo que cada caça possa transportar mais mísseis e facilitando seu manuseio pelo pessoal de terra. Entrou em serviço na USAF em 1991 e teve seu batismo de fogo no ano seguinte, quando alguns F-15 abateram dois jatos iraquianos que haviam violado a zona de segurança fixada pela ONU, durante a Guerra do Golfo.

Míssel ar-ar- Python – Israel

Israel começou a desenvolver um míssil da classe do Sidewinder no começo dos anos 60, quando embargos de armas obrigaram o país a criar sua própria indústria bélica de alta tecnologia. O primeiro míssil ar-ar foi o Shafrir que em muitos aspectos era melhor que o original americano, tendo colecionado mais de 200 abates em dez anos a serviço da Força Aérea israelita. Em 1982, quando a IDF entrou em ação no Líbano, pôs em uso os primeiros exemplares de um novo míssil ar-ar batizado de Python 3, que nada mais era do que uma evolução do Shafrir. Caracteriza-se por uma célula ligeiramente aumentada com estabilizadores de cauda enflechados, mas com sistemas de orientação e propulsão semelhantes. Por dentro o Python 3 incorpora um novo tipo de sensor IR com um ângulo de visão de cerca de 30°, o qual pode ser utilizado nas modalidades pré-programada, livre e radar assistida, distinguindo o alvo das contra-medidas evasivas do inimigo, como fogos-de-bengala, além de permitir ataques all aspect. Com velocidade de Mach 4, um alcance entre 5 e 15 km, o Python pode realizar manobras de até 40 g, tornando-o uma arma extremamente manobrável e letal. A sua estréia em combate foi um grande sucesso, sendo responsável pela destruição de 50 caças sírios nos céus libaneses, transformando-se no míssil-padrão da FAI, equipando os F-4, F-15, F-16, Kfir e Mirage III. Fabricado pela Rafael, foi exportado para a Colômbia, África do Sul, Tailândia e Brasil. Na década de 90 surgiu o Python 4, que possui estabilizadores menores, eletônica digital, sensor IR bicolor all aspect idealizado para ser usado em conjunto com visores montados no capacete, um motor mais potente que não produz fumaça e um detonador laser-ativo associado a uma ogiva direcional. Este ano foi anunciado o lançamento da mais recente versão: o Python 5. Do tipo BVR “dispare e esqueça”, incorpora novo sensor de banda dupla, com avançado software que permite ao piloto efetuar a aquisição de pequenos alvos com características stealth, mesmo através de nuvens e em condições climáticas adversas. O míssil traz ainda sofisticados sistemas de navegação inercial e contra-medidas infravermelhas, que aumentam ainda mais a sua já fantástica taxa de letalidade.

Northrop Grumman B-2 Spirit

Projeto altamente secreto, baseado em estudos anteriores de “asas voadoras”, conceito já usado por cientistas alemães durante a Segunda Guerra Mundial, que a empresa americana Northrop, juntamente com a Boeing e a General Eletric, desenvolveu utilizando uma sofisticada técnica de desenho por computador criando a inovadora “asa unida em W” do B-2. Impulsionado por quatro turbofans GE F-118-110 montados aos pares no interior das asas e adjacentes ao compartimento da tripulação e aos dois compartimentos de bombas, tem suas tomadas de ar e escapes situados na parte superior das asas, para diminuir a possibilidade de detecção por infravermelho de baixo para cima. Embora o cockpit parece pequeno para um bombardeiro estratégico, os dois pilotos sentam-se lado a lado em assentos ejetáveis de concepção avançada e contam com aviônicos de última geração para navegação e controle do sistema de armas. Construído com materiais compostos, resinas epóxicas e carbono, possui qualidades stealth (furtiva), com uma seção equivalente de radar (Radar Cross Section – RCS) semelhante a de um pássaro grande, menos do que 1/1000 em relação ao bombardeiro B-52. Cada compartimento interno de bombas possui um lançador rotativo CRLS (Common Rotary Strategic Launcher) com capacidade para transportar até 16 mísseis stand off estratégicos AGM-69 SRAM II ou AGM-129A. O sensor principal de ataque é o radar Hughes LPI montado no nariz da aeronave. Participou da campanha da Otan nos Balcãs e dos recentes ataques ao Afeganistão, sempre operando a partir da Base Aérea de Whiteman, no Missouri, EUA, para que seus segredos continuem muito bem guardados. A um custo unitário de US$ 1 bilhão é o aparelho mais caro já fabricado.

Helicóptero UH-60 BlackHawk

Depois de uma acirrada concorrência com a Boeing, que durou quatro anos, o UH-60 da Sikorsky foi finalmente escolhido, em dezembro de 1976, pelo Exército americano como seu novo helicóptero UTTAS (Utility Tactical Transport Aircraft System), que substituiria o lendário Bell UH-1 “Huey”.
Projetado para transportar três tripulantes e onze soldados equipados, além de uma carga externa de 3.629 kg, é acionado por duas turbinas General Eletric T-700 que lhe conferem uma grande potência, reduzido consumo e uma velocidade máxima de 296 km/h ao nível do mar. O cubo do rotor principal com mancais de elastómero que dispensam lubrificação, sustentam as pás feitas de um composto de titânio, grafite, Nomex e fibra de vidro, permitindo ao UH-60 realizar manobras violentas, raras em helicópteros de seu porte. É dotado de equipamento completo de navegação, GPS, comunicações, contramedidas eletrónicas e radar Doppler NA/ASN-137 com sistema de seguimento do terreno.

O seu rotor de cauda está inclinado de maneira a que uma pequena parte de sua energia seja aproveitada para sustentação da traseira. Dispõe de aberturas laterais para duas metralhadoras ligeiras M60 de 7,62 mm. Aproveitando as excepcionais qualidades do Black Hawk foram desenvolvidas diversas versões entre elas o EH-60C “Quick Fix” para ambiente de guerra eletrônica, o UH-60Q “MedVac” para evacuação médica, o MH-60K “Pave Hawk” para apoio às forças especiais, o VH-60N “Presidential Hawk” para transporte VIP e o SH-60 “Sea Hawk” usado pela US Navy. Por tudo isso ele é considerado o melhor e mais veloz helicóptero médio do mundo, chamado de “caminhão voador” por seus operadores do US Army, que possui 1.400 aeronaves.
O Brasil adquiriu quatro unidades do UH-60, para apoio à missão de demarcação das fronteiras entre o Peru e Equador (MOMEP) e hoje servem no 4° Esquadrão de Aviação do Exército, em Manaus. Recentemente mais 6 unidades foram adquiridas para a Força Aérea Brasileira.

Países utilizadores: Estados Unidos, Brasil, Chile, Austrália, Colômbia, Egipto, China, Israel, Jordânia, Turquia, Arábia Saudita, Japão, México, Malásia, Coreia do Sul e Taiwan.

Exército, na maioria dos países, consiste na componente terrestre das suas forças armadas sendo a aérea conhecida normalmente por Força Aérea e a naval por Marinha. No entanto, em alguns países também são denominadas “Exército” as forças aéreas e navais. Neste texto, vai ficar a conhecer os 10 maiores exércitos do mundo. E vai ter algumas surpresas.

10º Irão (320 000)

irao

O Irão está situado no Médio Oriente  e tem um exército muito organizado com 320 000 soldados. o exército do Irão é o mais bem treinado exército do Médio Oriente . É composto por 14 loteamentos e 15 esquadrões da força aérea. Possui cerca de 170 navios. Especialistas em mísseis balísticos, como o tão conhecido Shihab 3.

9º Myanmar (425 000)

myanmar

Myanmar tem um exército de 425 000 soldados. Em 2011 foi aprovada uma lei que obriga cada homem ou mulher com idade entre 18 e 35 anos a receber treino militar durante 2 anos pelo menos. Assim cada um pode ser “ativado” em qualquer caso de emergência nacional.

8º Iraque (450 000)

iraque

O ambiente no Iraque não é saudável devido ao sofrimento causado pela guerra contra vários países. Ainda hoje há resistência interna contra forças estrangeiras. O Iraque tem 450 000 soldados, posicionando-se como a 8° maior do mundo. Este exército esteve envolvido em muitas guerras, desde 1948 entre árabes e Israel, a guerra contra o Irão e também a muito conhecida Guerra do Golfo. Pode dizer-se que devido a uma história marcada por diversas guerras, o exército iraquiano está preparado para entrar em qualquer hostilidade.

7º Estados Unidos da América (550 000)

Florida National Guard Unit Deploys To Iraq, Via Fort Hood

O Exército dos EUA é considerado como o mais forte do mundo em termos de armas e novas tecnologias. É também a maior potência atómica do mundo, tendo sido o primeiro país a usar uma bomba nuclear, na guerra contra o Japão. O Exército dos EUA tem o lema “A nós nos defenderemos”. Este exército participou em muitas guerras entre as quais a guerra de 1812, guerra do Vietname, Iraque e Afeganistão, guerra da Índia e de Utah, e 1° e 2° Guerras Mundiais.

6º Coreia do Sul (560 000)

coreia sul

O Exército sul-coreano tem o número total de 560 000 soldados e é o sexto maior exército do mundo. A Coreia do Sul é conhecida pelo numero exagerado de canhões que possui, cerca de 30 000 000 espalhados pelo seu território. Muito graças à constante guerra-fria que vai mantendo eternamente com a sua vizinha-gémea Coreia do Norte.

5º Paquistão (617 000)

paquistao

O Paquistão está situado na Ásia. É um pequeno país muçulmano, mas é a energia atómica e seu bem organizado pessoal militar que chama a atenção. 617 000 soldados. O exército paquistanês é admirado pelo mundo inteiro e tem participado em várias guerras. Força Aérea, Marinha e forças paramilitares são muito ativos e têm apresentado uma boa performance nas crises que assolaram o povo daquele país. A tecnologia dos mísseis também é de ponta.

4º Coreia do norte (990 000)

A North Korean missile unit takes part in a military parade in Pyongyang

A Coreia do Norte tem um exército bem organizado, com a soma de 900 000 soldados que lhe dá o titulo do 4º maior do mundo. Os Norte-Coreanos possuem uma enorme quantidade de equipamentos de guerra, que inclui 4 500 tanques e várias armas anti-tanques. Este exército participou em várias guerras contra a Coreia do Sul ao longo dos anos, na guerra do Golfo, guerra do Vietname, guerra do Iraque e na guerra do Afeganistão.

3º Rússia (1 270 000)

RUSSIA-V-DAY-PARADE-REHEARSAL

A Rússia é um bom exportador de armas e foi a maior super potencia militar do mundo durante muitos anos. O seu exército é composto por 1 270 000 soldados. O ensino militar é obrigatório para quem tem entre 18 e 27 anos. A Rússia é possuidora do maior arsenal de tanques e de aviões do mundo. Tendo 22 950 tanques e 2 350 aviões. O exército russo também participou de várias guerras. A mais famosa é a guerra contra o Afeganistão.

2º India (1 325 000)

india

A Índia está situada na Ásia e tem o 2º maior exército do mundo, com  um total de 1 325 000 soldados. Numa altura que a ameaça interna e externa aumenta, a India está preparada para a missão de proteger e defender o seu país.

1º China (2 290 000)

china

A China é quase a totalidade da Ásia, e é o país mais populado do planeta. Por isso é normal ter também o maior exército do mundo, com a quantidade de 2 290 000 soldados. Este exército é muito bem treinado, e com 8 500 tanques, 60 submarinos de guerra, 4 000 aviões de combate e 55 navios de guerra, a China passa por grande despesa militar, e está muito perto de se tornar o país mais poderoso do mundo, destronando os EUA.

  São denominadas forças especiais, as unidades militares treinadas para um tipo de guerra especifico, a guerra irregular. Entram para estas forças os melhores operacionais das forças efetivas de cada país, chegando a haver até em algumas forças especiais a restrição quanto à entrada de mulheres. As forças especiais são preparadas para participar nas chamadas operações especiais: aquelas que acontecem num ambiente e circunstâncias muito pouco comuns, que requerem resposta especial por parte das forças de segurança (locais ou nacionais). Nestas situações estão incluídas a guerra não convencional, o contra-terrorismo, o reconhecimento militar e ação direta.

  A seguir apresento-vos as melhores forças especiais do mundo, não só pelo sucesso das suas missões, como também pelos métodos de treino utilizados, efetivos que compõem as suas fileiras e mesmo pela forma como o meio militar mundial as descreve.

Special Air Service

   Special Air Service (em português: Serviço Aéreo Especial) é uma força especial do Exército do Reino Unido criada em 1941, conhecida pela sua alta capacidade em condições extremas. É considerada a primeira “SOF – Special Operation Force” e criadora das operações tipo “Destroy & Run“. A SAS é das forças especiais mais respeitadas do mundo, pelo facto de ser quase uma unanimidade, assim mantendo uma influência tão grande no Ocidente como a Spetsnaz GRU da Rússia no Oriente. A SAS foi a mentora de várias forças especiais do mundo como: Força DeltaSayeret MatkalGSG 9GOESpecial Air Service RegimentKSKGIGN e etc.

  O SAS tem um regimento regular, o 22º Regimento, e os Regimentos 21 e 23 da força de reserva territorial. Os regimentos na reserva só não recebem treino anti-terrorismo e o método de treino usado com estes não é tão intenso. Geralmente atuam como “inimigos” nos treinos das tropas convencionais.

Delta Force

  Delta Force é o nome popular dado à unidade reconhecida como 1st Special Forces Operational Detachment – Delta (1st SFOD-D) criada em 1977, a principal força contra-terrorismo e de operações especiais do Exército dos Estados Unidos. Oficialmente ela é conhecida no Pentágono (Ministério da Defesa americano) de Combat Applications Group (Grupo de Aplicações de Combate). Integra o Joint Special Operations Command, e faz parte da primeira linha de combate ao terrorismo no país. A sede fica em Fort Bragg, no estado da North Carolina, onde divide as instalações com o United States Army Special Forces (Boinas Verdes). É a unidade mais sofisticada em campo que o Exército dos Estados Unidos dispõe, juntamente com o DEVGRU (United States Naval Special Warfare Development Group) da Marinha dos Estados Unidos e as unidades de suporte e inteligência do Pentágono, CIA e NSA.

  O seu principal objetivo, desde a sua criação, é agir como uma força antiterrorismo nacional, para isso foi formada usando o padrão da unidade britânica Special Air Service (SAS), que é o mais utilizado entre as Forças Especiais em todo o mundo. A Força Delta treina continuadamente com unidades especiais de países aliados, como a Special Air Service do Reino Unido e Sayeret Matkal de Israel, além de treinar unidades estrangeiras quando for de interesse político americano, como aconteceu na Colômbia. Até à pouco tempo esta unidade foi omitida pelo governo americano, mas recentemente o Pentágono mudou a postura e reconheceu sua existência, embora dados sobre seu quadro de serviço, missões que realiza, baixas e nomes, é guardado em sigilo.

Green Berets

  As Forças Especiais do Exército dos Estados Unidos, criadas em 1952, também conhecidas como os Boinas Verdes por causa de sua boina distinta de serviço, são uma força de operações especiais. As Forças Especiais do Exército estão encarregadas de seis missões principais: guerra não-convencional, defesa interna no estrangeiro, reconhecimento especial, ação direta, resgate de reféns e contra-terrorismo. Os dois primeiros enfatizam o idioma, cultura e habilidades de treino no trabalho com as tropas estrangeiras. Outras funções incluem busca e resgate de combate (CSAR), assistência à segurança, manutenção da paz, ajuda humanitária, desminagem humanitária, contra-proliferação, operações psicológicas, perseguições, e operações de combate às drogas. Outros componentes do Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos ou outras atividades do Governo dos Estados Unidos podem também especializar-se nestas áreas secundárias. Muitas das suas técnicas operacionais são secretas, mas algumas obras de não-ficção e manuais doutrinários estão disponíveis. A missão original e mais importante das Forças Especiais tem sido a “guerra não convencional”, enquanto outras capacidades, tais como ação direta, foram gradualmente acrescentadas. O lema oficial é De oppresso liber (em português: para libertar os oprimidos), uma referência a uma de suas principais missões, treinos e assessoria das forças estrangeiras.

  Atualmente, as unidades das Forças Especiais estão implantadas na Operação Liberdade Duradoura. Eles também são implantados com outros elementos de forças especiais como uma das principais forças militares americanas na guerra em curso no Afeganistão. Como uma unidade de operações especiais, os Boinas Verdes não estão, necessariamente, sob a autoridade de comando dos comandantes terrestres nestes países. Em vez disso, enquanto estão no teatro de operações, os militares podem reportar diretamente ao Comando Central dos Estados UnidosComando de Operações Especiais, ou outras autoridades de comando.

  A Special Activities Division (Divisão de Atividades Especiais), unidade altamente secreta da Central Intelligence Agency (Agência Central de Inteligência) e mais especificamente a sua elite, o Special Operations Group (Grupo de Operações Especiais), recruta soldados dos Boinas Verdes. As Forças Especiais Conjuntas do Exército e as operações da CIA voltam para o famoso MACV-SOG (The Military Assitance Command, Vietnam, Studies And Observation Group) durante a Guerra do Vietname. Esta cooperação existe ainda hoje e pode ser vista nas guerras no Iraque e no Afeganistão.

Sayeret Matkal

  A Sayeret Matkal, criada em 1957, e que significa Unidade de Reconhecimento Geral, é a unidade elite das Forças Especiais das Forças de Defesa de Israel, é considerada uma das melhores do mundo, e segundo ex-membros de outras forças especiais como: Seals, Força Delta e GIGN, é tida como a mais qualificada em antiterrorismo pela nótavel experiência que se equipara à legendária Special Air Service da Grã-Bretanha. Desde sua criação é levada muito a sério pelo governo que não liberta informações sobre a unidade. Esteve na operação Cólera de Deus que é retratada no filme Munich de Steven Spielberg, e também atuou na Operação Entebbe que por muitos especialistas é considerada a missão de resgate mais complexa e perfeita de todos os tempos. Nesta operação o tenente coronel Jonathan Netanyahu foi morto por uma rajada de metralhadora, ele era irmão de Benjamin Netanyahu, ex-primeiro ministro israelita. A Sayeret densenvolve milhares de táticas e treina constantemente em tempos de paz, com outras forças especiais de mesmo nível: SAS, GSG 9 e etc.

Navy Seals

  Os Navy Seals, unidade criada em 1942, são a principal força de operações especiais da Marinha dos Estados Unidos e parte do Comando Naval de Operações Especiais (NSWC) como também um componente marítimo do Comando de Operações Especiais (USSOCOM).

  A sigla da unidade é derivada de sua capacidade em operar no mar (sea), no ar (air) e em terra (land). Na Guerra ao Terror, os SEALs foram utilizados quase exclusivamente em operações terrestres, incluindo ação direta, resgate de reféns, antiterrorismo, reconhecimento especial, guerra não-convencional e operações de defesa interna. Sem exceção, todos os SEALs são membros do sexo masculino, seja da Marinha ou da Guarda Costeira.

GSG 9

  GSG 9 der Bundespolizei ou Grenzschutzgruppe 9 (Grupo 9 da Guarda de Fronteira) é a unidade de resposta contraterrorista da Policia Federal Alemã (Bundespolizei), criada em 1972 e considerada uma das mais eficientes do mundo.

  Depois da falha histórica da policia alemã que deu origem ao Massacre de Munique houve uma reforma na organização baseada nos modelos das forças operacionais especiais inglesas como o SAS, mas principalmente nas forças especiais israelitas – Sayeret Matkal no inicio – que originaram então o grupo, que seria designado para lidar com situações semelhantes, vindo a ser aos dias de hoje, uma das forças-tarefa policial mais eficiente e reconhecida do mundo. A conexão criada nesse periodo de treinos com os israelitas foi tão forte que se mantém até os dias de hoje. Atualmente, por exemplo a Unidade Especial de Policia da Guarda de Fronteira Israelitas – Yamam/Magav – uma unidade experiente que raramente treinam com unidades estrangeiras, mantém um estreito intercâmbio de treino com a GSG 9.

GOE

  O Grupo de Operações Especiais (GOE) é uma unidade antiterrorista da Polícia de Segurança Pública de Portugal. Fundado em 1979, com o auxilio de instrutores do SAS do Exército Britânico, o GOE foi uma das primeiras forças antiterroristas do mundo e uma das poucas de estatuto inteiramente civil.

  Esta força especial é destinada a combater situações de violência declarada, cuja resolução ultrapasse os meios normais de actuação, como o caso de acções terroristas, sequestros e alterações da ordem pública. É também empregue na protecção de instalações e na segurança de altas entidades e em outras situações que coloquem a segurança nacional em perigo. Para se entrar nesta força de elite, além de se ter que ser já agente da Polícia de Segurança Pública (PSP), é preciso estar em excelente forma física e psicológica, sendo apenas os melhores recrutas escolhidos. Devido à selectividade do recrutamento, o GOE possui apenas cerca de 200 efectivos.

KSK

  Para terminar, apresento-vos o Kommando SpezialKräfte (KSK) é uma unidade de operações especiais do Exército alemão. Criado entre 1994 e 1995, aproximadamente 20 soldados foram treinados no outono de 1996, e a unidade estava completamente operacional em abril de 1997. De acordo com relatórios, o impacto de ver 11 cidadãos alemães serem salvos por forças estrangeiras (pára-quedistas belgas e franceses) em Ruanda em 1994, porque não havia nenhuma unidade alemã capaz de realizar tal operação foi o principal fator para se criar o KSK. Para completar o seu efetivo foi retirada uma companhia de comando de cada uma das três Brigadas Aerotransportadas, juntamente com o reforço das 2 Companhias de Reconhecimento de Longo Alcance (a 3ª foi desmobilizada). A unidade planeia estar completamente operacional quanto atingir a dotação de 1.000 operadores completamente treinados. O KSK é moldado de acordo com o SAS. Apesar de sua capacidade resgate de reféns o KSK é uma unidade militar, com missões militares, e não outra GSG-9. O KSK poderá ser enviado para onde o GSG-9 não pode (pelo menos oficialmente), como já aconteceu no passado (o resgate de um avião da Lufthansa no Aeroporto de Mogadishu, Somália em outubro de 1977, por exemplo). Mesmo assim o KSK mantém uma equipa de Resgate de reféns pronta para auxiliar a polícia alemã sempre que necessário.

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Iraq: What I remember

Posted: December 28, 2011 in World Wars

Iraq: What I remember.

via Iraq: What I remember.

Last troops leave Iraq

Posted: December 19, 2011 in Uncategorized

The last U.S. military deployed in Iraq have left the country yesterday, thus putting an end to a war that has dragged on for nine years. The convoy of military vehicles left Iraq by land border with Kuwait, which led the soldiers to a conclusion on that did not hide the joy of returning home.
Over the period of war, besides the high costs of military operations, 4,474 U.S. soldiers lost their lives – including 3,518 in full combat – and even killed some 100,000 civilians. However, despite this withdrawal of troops, there are still unresolved problems in Iraq as territorial disputes, religious tensions, the Al-Qaeda rebels who continue to make attacks, corruption and conflict with Kuwait.

Drug market routes

The Mexican Drug War is an ongoing armed conflict taking place among rival drug cartels, who fight each other for regional control, and Mexican government forces who seek to combat drug trafficking. Although Mexican drug cartels, or drug trafficking organizations, have existed for a few decades, they have become more powerful since the demise of Colombia’s Cali and Medellín cartels in the 90s. Mexican drug cartels now dominate the wholesale illicit drug market in the United States. Arrests of key cartel leaders, particularly in the ‘Cartel de Tijuana’ and ‘Cartel del Golfo’ , have led to increasing drug violence as cartels fight for control of the trafficking routes into the United States.

The U.S. Department of Justice estimates that the wholesale of illicit drug sale earnings range from $13.6 billion to $48.4 billion annually. Mexican drug traffickers increasingly smuggle money back into Mexico in cars and trucks, likely due to the effectiveness of U.S. efforts at monitoring electronic money transfers.

Biggest Drug cartels in Mexico

Despite the title, these are also among the largest drug cartels in the world:

Cártel del Golfo

The Gulf Cartel is a Mexican drug cartel based in Matamoros, Tamaulipas. The cartel is present in 13 states with important areas of operation in the cities of Nuevo Laredo, Miguel Alemán, Reynosa and Matamoros in the northern state of Tamaulipas, it also has important operations in the states of Nuevo León and in Michoacán. Cities like Tampico and Nuevo Laredo are still disputed plazas between the Gulf Cartel and The Zetas. The Gulf Cartel traffics cocaine, marijuana, methamphetamine and heroin across the U.S.-Mexico border to major cities in the United States. The group is known for its violent methods and intimidation.

Aside from earning money from the sales of narcotics, the cartel also imposes “taxes” on anyone passing narcotics or aliens through Gulf Cartel territory. The cartel is also known to operate protection rackets, extorting money from local businesses and to kidnap for ransom money.

Cártel de Tijuana

The Tijuana Cartel, also known as Arellano-Félix Organization or Cartel Arellano Felix – CAF, is a mexican drug cartel based in Tijuana, Baja California. The cartel has been described as “one of the biggest and most violent criminal groups in Mexico”. The Tijuana Cartel was featured battling the rival Juárez Cartel in the 2000 motion picture Traffic.

Cártel de Sinaloa

The Sinaloa Cartel, also known as Pacific Cartel or Guzmán-Loera Cartel, is a mexican drug cartel primarily operating out of the states of Baja California, Sinaloa, Durango, Sonora and Chihuahua. The cartel is also known as the Guzmán-Loera Organization and the Pacific Cartel, the latter due to the coast of Mexico from which it originated, another name is the Federation. The ‘Federation’ was partially splintered when the Beltrán-Leyva brothers broke apart from the Sinaloa Cartel.

The Sinaloa Cartel is associated with the label “Golden Triangle” as the regions of Sinaloa, Durango, and Chihuahua in which they operate the most form a ‘triangle’ when their capital cities are looked at on a map. The region is a major producer of Mexican poppy and marijuana. This area is similar in the United States to the Emerald Triangle consisting of the three largest marijuana-producing counties in the US: Mendocino, Humboldt, and Trinity in Northern California, United States.

According to the U.S. Attorney General, the Sinaloa Cartel is responsible for importing into the United States and distributing nearly 200 tons of cocaine and large amounts of heroin between 1990 and 2008.

Cártel de Juarez

The Juárez Cartel, also known as the Vicente Carrillo Fuentes Organization, is a mexican drug cartel based in Ciudad Juárez, Chihuahua, Mexico, across the border from El Paso, Texas. The Juárez Cartel controls one of the primary transportation routes for billions of dollars worth of illegal drug shipments annually entering the United States from Mexico. During the 90’s and early 2000’s, drug lords from contiguous Mexican states forged an alliance that became known as ‘The Golden Triangle Alliance’ or ‘La Alianza Triángulo de Oro’ because of its three-state area of influence: Chihuahua, south of the U.S. state of Texas, Durango and Sinaloa. However, this alliance was broken after Joaquin “Shorty” Guzman, the Boss of the Sinaloa Cartel, refused to pay “derecho de piso,” a tax for the right to use the routes into the U.S., to the Juarez Cartel.

The Juarez Cartel is a ruthless, dangerous drug trafficking organization that has been known to decapitate their rivals and mutilate their corpses and dump them in public to instill fear not only to the general public but to local law enforcement and their rivals, the Sinaloa Cartel.

Caballeros Templarios

The Knights Templar cartel is a mexican criminal organization and an offshoot of the La Familia Michoacana drug cartel based in the Mexican state of Michoacán.

After the death of Nazario Moreno González, leader of the La Familia Michoacana cartel, the other cartel co-founders, Enrique Plancarte Solís and Servando Gómez Martínez, formed an offshoot of La Familia calling itself Caballeros Templarios (or Knights Templar). The cartel’s armed wing is called La Resistencia. The Knights Templar cartel indoctrinate its operatives to “fight and die” for what they call “social justice”.

Los Zetas

Los Zetas Cartel is a criminal organization in Mexico dedicated mostly to international illegal drug trade, assassinations, extortion, kidnapping and other organized crime activities. This drug cartel was founded by a group of former Mexican Army Special Forces deserters and now it includes corrupt former federal, state, and local police officers, as well as ex-Kaibiles from Guatemala.

This group of highly trained gunmen was first hired as a private mercenary army and bodyguard troupe for Mexico’s Gulf Cartel. After the arrest of the Gulf Cartel’s leader, Osiel Cárdenas Guillen, as well as other events, the two entities became a combined trafficking force, with the Zetas taking a more active leadership role in drug trafficking. Since February 2010 Los Zetas have gone independent and became enemies of its former employer/partner, the Gulf Cartel.

Los Zetas are led by Heriberto “El Lazca” Lazcano and are considered by the Drug Enforcement Administration (DEA) as the most violent paramilitary enforcement group in Mexico.

La Familia Michoacana

The Michoacan Family or La Familia, was a mexican drug cartel and an organized crime syndicate based in the mexican state of Michoacán. Formerly allied to the Gulf Cartel — as part of Los Zetas — it split off since 2006.

The cartel’s first leader, Nazario Moreno González, known as El Más Loco, preached his organization’s divine right to eliminate enemies. He carried a “bible” of his own sayings and insisted that his army of traffickers and hitmen avoid using the narcotics they sell. Nazario Moreno’s partners were José de Jesús Méndez Vargas, Servando Gómez Martínez and Dionicio Loya Plancarte, each of whom has a bounty of $2 million for his capture, and were contesting the control of the organization.

In July 2009 and November 2010, La Familia Michoacana offered to retreat and even disband their cartel, “with the condition that both the Federal Government, and State and Federal Police commit to safeguarding the security of the state of Michoacán. However, President Felipe Calderón’s government refused to strike a deal with the cartel and rejected their calls for dialogue. La Familia Cartel was “exterminated” in 2011.

Cártel de olos Beltrán Levya

The Beltrán-Leyva Cartel  was a Mexican drug cartel and organized crime syndicate founded by the four Beltrán Leyva brothers: Marcos Arturo, Carlos, Alfredo and Héctor. The cartel was responsible for cocaine transportation and wholesaling, marijuana production and wholesaling, and heroin production and wholesaling. It controlled numerous drug trafficking corridors, and engaged in human smuggling, money laundering, extortion, kidnapping, murder and gun-running.

The April 11th in 2011 bring the arrest of Óscar Osvaldo García Montoya, a.k.a El Compayito, a cartel liuetenant. To this latter event was given the name of  “the last Beltran-Leyva link of any importance”. This was the end of one of the largest drug cartel in Mexico.